Para ser aceito na sociedade moderna como uma pessoa "normal", devemos atender alguns pré-requisitos mínimos... continue lendo

Quem nunca ouviu a velha máxima "As palavras têm poder"? continue lendo

Anjos existem. Como eu sei? Conheci um. Ele estava parado em minha frente... Continue lendo

E sua mãe entra no quarto e a chama: - Acorda, já são 6 horas... Continue lendo

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Coisa Tola 2

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Para Carlinha *-*
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– Chata!

– Cachorro!

– Você que é uma cadela. E chata, ainda por cima.

– Você me chamou de quê?

– De chata!

Lente de aumento

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Alice era uma garota comum. Adolescente, no alto de seus dezesseis anos, rosto bem delineado, olhos amendoados castanho-claros (ou "cor-de-mel”, como gostava de dizer), cabelos lisos meio aloirados, talvez clareados pelos banhos-de-sol que costumava tomar todas os dias em seus breves passeios matinais. Carregava consigo um semblante, de certa forma, pesado que sutilmente denunciava seu constante ar de tristeza. Nada sabia sobre o seu pai, exceto o que sua mãe sempre fazia questão de contar: ele desapareceu sem deixar vestígios poucos dias após o seu nascimento. Alice dividia, então, com sua mãe, uma pequena casa no Paraíso (logo veremos que não é bem assim). Bom, em todo caso, me refiro ao modesto bairro de classe média na Zona Sul de São Paulo.

Mundo Perfeito

terça-feira, 7 de abril de 2009

O dedo da menina se enrola entre os próprios cachinhos. Ela se sente sapeca, inocente, faz cara de manhosa e dá risadinhas infantis. Seu vestido florido, seu ar colegial e insensato. Ela faz isso para o seu homem, aquele com quem pretende ter sua segunda noite de amor, aquele que lhe elogiou na cama. A pobre – sabe que está se enganando. Amanhã ele dirá que não gosta de meninas bobinhas e comerá sua irmã. 

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Ele pisa fundo.

There and Back Again.

segunda-feira, 6 de abril de 2009


Anjos existem. Como eu sei? Conheci um. Ele estava parado em minha frente com aqueles penetrantes olhos azuis, um cabelo tom de açúcar mascavo

Palavreando



Quem nunca ouviu a velha máxima "As palavras têm poder"?


Nos basta uma breve viagem no tempo para notar a decisiva influência das palavras sobre os fatos ao longo da história da humanidade. Para os religiosos, "No princípio era o verbo e o verbo era Deus". Ou seja, diz-se que a palavra de Deus se fez carne e deu origem ao mundo. Esse, talvez, seja o exemplo mais representativo desse poder, embora todos saibamos que não passa de uma alegoria. Adolf Hitler se apossou da consciência de milhares de pessoas vendendo ideais absurdos e desumanos com discursos eloquentes e persuasivos. Mahatma Gandhi liderou um verdadeiro movimento pela paz sem utilizar uma arma sequer, valendo-se apenas da força de suas palavras. O Brasil garantiu sua independência após o icônico "Grito do Ipiranga". E o que dizer do célebre "Abra-te Sezamo!" da história de Ali-Babá e os 40 ladrões? É inegável o poder das palavras. Elas podem trazer a paz, fazer a guerra, ferir, exaltar, construir, destruir. Uma palavra pode nos fazer ganhar o dia, ou pode demolir nossas estruturas. As palavras são a ponte entre o nosso íntimo e o mundo exterior. São como flechas que, uma vez lançadas, não voltam atrás. Elas são a materialização das nossas ideias, da nossa visão de mundo, dos nossos sonhos. Então, deixo a vocês um pouco de mim nesse post, em forma de palavras.


Um excelente dia a todos.

kkkkkkkk

sábado, 4 de abril de 2009


Bom...
Levando em conta que ela convidou a mim e ao tedi pra postar aqui, já deu pra notar que a debs não tá batendo bem da cachola não gente!
Pior...
Me disse que não posso usar "kkks" aqui!

O que não me pertence...♪


Fui convidado pela autora para postar por aqui, logo vocês terão que me aguentar =).
Como primeiro post, vou apenas re-escrever uma música que fiz para a mesma.

O que não me pertence...

Me sufoca o fato da sua falta, o afeto

Já é o q mais me importa

Me importa a falta da sua alegria