Para ser aceito na sociedade moderna como uma pessoa "normal", devemos atender alguns pré-requisitos mínimos... continue lendo

Quem nunca ouviu a velha máxima "As palavras têm poder"? continue lendo

Anjos existem. Como eu sei? Conheci um. Ele estava parado em minha frente... Continue lendo

E sua mãe entra no quarto e a chama: - Acorda, já são 6 horas... Continue lendo

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O que você está fazendo?

sábado, 21 de novembro de 2009



É comum a praticamente todo brasileiro indignar-se, quase que diariamente, com a enxurrada de escândalos de ordem política, ética e moral pelos quais somos bombardeados através da mídia frequentemente. Fatos como esses estão se tornando tão corriqueiros que a maioria das pessoas sequer acredita na possiblidade de alguma mudança e simplesmente decide aceitar tudo de maneira passiva.

Fiquei me perguntando ao longo dessa semana o porquê de tudo isso e, na quarta-feira, durante um debate sobre Cultura de Massa e Indústria Cultural na faculdade, eu obtive algumas respostas.

Confesso que fiquei impressionado com a falta de desenvoltura e "bagagem" de alguns alunos (atentem: universitários) ao desenrolar suas opiniões acerca de assuntos tão triviais como os que tavam sendo abordados. Culpa-se, então, a Cultura de Massa.

Ok, vamos lá. Estudiosos do ramo da Comunicação afirmam que a Cultura de Massa é um fenômeno que proporciona informação de maneira homogênea e serial para uma sociedade "sem rosto", de gostos comuns e conhecimento superficial das coisas. Ela baseia-se no princípio de que a informação deve ser democratizada e chegar a todos os setores da sociedade de maneira uniforme, de modo a fazer com que a cultura não seja privilégio de um determinado grupo. É a Cultura de Massa que faz com que você veja uma réplica de uma Obra de Picasso na sala de espera do seu dentista, ou ouça um ringtone de uma obra de Mozart, por exemplo. Obviamente, ela nos proporciona um conhecimento raso, pobre em contéudo e, consequentemente, forma indivíduos alienados. Concordo com tudo isso, afinal é ciência, está provado.

Porém, eu como Publicitário, não posso me dar ao luxo de cuspir no prato que como. Para fazer com que as minhas campanhas cheguem até vocês, preciso me utilizar dos meios de Comunicação de Massa. A propósito, consumo produtos advindos da Cultura de Massa desde pequeno. Ouço CDs das bandas do momento das rádios, vejo TV regularmente, assisto aos lançamentos de Hollywood, compro os tênis da moda e nem por isso me considero um indivíduo acrítico e alienado. E agora? Será que o problema está mesmo no consumo de Cultura de Massa?

Falar que o segredo está na educação é chover no molhado, mas a escola é sim (ou deveria ser) o espaço ideal para a formação de indivíduos de senso crítico apurado, com capacidades intelectuais desenvolvidas, com o poder de transformar informação em formação. É a escola que nos proporciona a oportunidade de discutir, debater e rebater a ideologia dominante e criar contra-ideologias. Embora durante muito tempo a escola tenha sido um instrumento silencioso e eficiente de influência a serviço do Estado, penso que a nossa geração é capaz de quebrar certos paradigmas. Como se sabe, as nações mais bem sucedidas atualmente são aquelas que, nos momentos de crise, optaram por investir em "capital humano", ou seja, no potencial intelectual de sua população.

Abominar a Cultura de Massa? Não creio que seja o caminho. Julien Greimas, linguista lituano, afirma que só somos capazes de compreender as mensagens que nos são enviadas devido a uma característica chamada Imanência. Trocando em miúdos, esta seria a nossa capacidade de discernir o significado das coisas através dos seus opostos. Só sabemos o que é claro porque conhecemos o escuro. Só entendemos o que é alto porque temos a noção de baixo e assim por diante. É necessário que tenhamos conhecimento sobre Cultura de Massa para que isso desperte nosso interesse pela Cultura Erudita. Ou para que pelo menos tracemos paralelo entre elas.

Fazendo uso de todas essas ferramentas, quem sabe um dia nós deixemos de apenas ficar perplexos diante da TV e dos jornais e passemos a propor soluções práticas para tudo aquilo que nos causa indignação.

Espírito Indomável

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Não tive oportunidade de pedir a permissão do escritor para postar esse texto aqui. Mas considerando que foi um presente de aniversário para minha pessoa, acredito que ele não se importará.

Danne, tu és um anjo. Não tem idéia do quanto gostei desse texto. O melhor presente que tu poderia ter me dado. Obrigada.


Fiquem agora com um conto do...




Espírito Indomável

No meio da noite um vento gelado entrou pelo quarto do palácio, afastando as cortinas, deslizando sorrateiro pelo chão, até chegar aos ouvidos do Rei. Uleandro acordou, mas não abriu os olhos. Já sabia o que era aquilo. Nos últimos setenta anos ainda não houvera uma noite sequer em que não tivesse sido tocado por aquele vento. Era o Sussurro de Rhor, um agouro maligno vindo do passado, palavras de morte que, por motivos infames, foram jogadas sobre aquele reino, e que, felizmente, ainda não haviam se cumprido. O Rei as desafiou em pensamentos, mas as que vieram em seguida foram piores, e petrificaram o seu coração. Ele engoliu-as em seco, deslizou sua mão pelos lençóis de cama e, ainda com os olhos fechados, tocou o braço da Rainha, que despertou mas não disse nada. Mesmo depois de setenta anos, aquelas palavras continuavam a assustar mais do que uma guerra, pois a esta altura um final para a Casa-de-Uleandro significava a morte de milhares de pessoas, e sangue inocente derramado é uma coisa impossível de aceitar para um Rei.

Na manhã seguinte, mais do que nos outros dias, o castelo estava cheio de gente. Indo e vindo, seresteiros, repentistas, bailarinos, palhaços, atores e mágicos eram apresentados às dependências do castelo, nas quais se hospedariam pelos próximos dez dias. Eles vinham de muitos lugares, e todos, à exceção dos palhaços, estavam ali para fazer os preparativos para a festa que a rainha encomendara. Seria um acontecimento histórico, era o que todos diziam, pois não se via uma festa assim desde a última Farra, e isso significa vinte e dois anos. Não era para menos. Tratava-se do casamento da Princesa Cher, a segunda filha de Uleandro, que uniria a sua casa a Casa-de-Lótus, e daria ao seu povo um horizonte muito maior para conhecer e amar. Cher estava radiante e nervosa. Passava os dias inteiros no seu quarto, lendo almanaques de casamento, treinando as palavras na frente do espelho, e sonhando com seu futuro esposo, o Príncipe Sancho. Queria que tudo fosse perfeito, assim como fora para sua irmã mais velha, Ana, que casara meses antes e partira para as montanhas do Oeste, de onde só se ouviam notícias felizes.

Entretanto, uma sombra de tristeza pairava sobre seu coração da princesa, e às vezes a perturbava a ponto de fazê-la chorar de medo. O caso é que quando o Rei anunciara seu casamento também prometera que na mesma festa apresentaria sua filha mais nova, Débora, aos príncipes do Litoral. Cher tinha receio de que todo esse alarde não fosse por causa do seu matrimônio, e sim porque sua irmã finalmente daria seu primeiro baile de pretendentes. E de fato seu temor tinha fundamentos, já que a beleza de Débora era assunto constante nas rodas de fofocas da sociedade. Poucas pessoas haviam-na conhecido, mas isso fora suficiente para se criar lendas ao seu respeito, e muito se falava sobre a sua personalidade singular. Débora era arisca, soturna, falava pouco, e gostava de passear sozinha pelas montanhas, onde decifrava os sussurros do vento e aprendia a conversar com os pássaros. Não tinha interesse por bailes, e sempre fugia quando o assunto era casamento. É necessário dizer, porém, que um dia lhe passou pela cabeça que casar significava no mínimo ir embora de Rudão, e isso era tudo o que ela queria, ir para os confins do mundo, em algum lugar ermo, onde pudesse brandir uma espada e retesar seu arco sem ser incomodada por alguma regra idiota da sociedade, daquelas que dizem que as pessoas não podem fazer o que querem porquê é feio.

Num certo dia de chuva, a Rainha, Daia de Aluanda, cuja história será contada mais tarde, foi até o quarto de Débora para discutir o vestido que usaria no baile, e ensiná-la alguns truques de mulher, para que conseguisse fisgar o coração do maior número de rapazes possível. Mas quando abriu a porta ela não estava lá. As cortinas estavam abertas, e uma corda tosca estava jogada por cima da varanda. Logo Daia deduziu que sua filha havia descido por ali, e foi até o jardim procurá-la. E lá ela estava, pisando descalça no chão de terra molhada como se fosse um felino, sem fazer barulho. Carregava pedaços de madeira para algum lugar misterioso, e quando foi surpreendida pela mãe tomou um susto e jogou-os para o alto, atingindo uns galhos e fazendo cair o orvalho.

- O que você está fazendo? – perguntou a Rainha.
- Oi mãe... – Débora sorriu sem graça.

Daia então começou a caminhar pelo jardim, e em pouco tempo descobriu um pequeno monte de madeira, que estava empilhado detrás de um tronco de qüerco. Débora ficou sem graça e tentou desviar a atenção da sua mãe para a quantidade de estrelas que havia no céu, mas não funcionou. Daia a encarou curiosa e perguntou o que ela estava pretendendo. Enrubescida, a princesa respondeu que construiria um navio, e sorriu. A Rainha ficou perplexa, mas desconfiou que aquilo fosse só mais uma das estranhices de sua filha, e reparou que o céu estava mesmo impressionante. Milhões de pontos luminosos reluziam no firmamento, como se lá alguém estivesse a festejar o dia mais feliz da sua vida.

– É mesmo lindo.
– Eu queria poder tocar essas estrelas.

A rainha então se aproximou da sua filha, abraçou-a e disse ao seu ouvido:

– Débora, espírito indomável.
– Mãe – sussurrou Débora – lembra quando havia um riacho que passava aqui no jardim?
– Sim, sim. Você ainda era uma criança, e adorava brincar aqui. Ninguém podia com você... Mas porque lembrou disso agora?
– Eu sinto falta daquele riacho.
A noite já estava quente, mas o ar ainda cheirava a água. Todas aquelas estrelas tinham surgido depois de três dias tempestuosos como há muito não se via. Antigamente costumava-se dizer em Rudão que três dias seguidos de chuva era um péssimo presságio: significava a iminência de uma guerra. Débora, que era nova demais para saber dessas coisas, vira da sua varanda a chuva cair até criar pequenos lagos no sopé da montanha e depois transformá-los em riachos caudalosos, que na sua intermitência mais pareciam eternos. O som da correnteza ecoava na sua mente, atormentando-a com lembranças. Débora tomou a mão da rainha e a levou até um banquinho que ficava perto da fonte. Lá deitou no seu colo e repetiu:

– Eu sinto muita falta daquele riacho...
– E eu sinto falta daquele tempo, quando te pegava no colo assim, desse jeito, e te contava histórias, contos-de-fada, e depois cantava para você dormir.

Então Débora virou-se e encarou sua mãe, e por um momento aquilo foi como olhar num espelho e perceber que seu reflexo está anos mais velho, e já não sonha mais para si, apenas para os outros.

Quando a Princesa dizia que sentia falta daquele riacho, não era apenas saudosismo. Tratava-se de algo maior e mais íntimo. Na sua infância, todos os dias ela descia até aquele jardim para brincar na beira do riacho com as suas irmãs, ou com suas primas. Lá aprendera a nadar, e os peixes eram seus amigos e não fugiam à sua presença. Eram dias alegres aqueles. Acordar e dormir com o barulho da correnteza, nadar até a foz e se deixar levar pela água... O riacho era como uma parte sua, e se separar dela significava o mesmo que ser mutilada. Mas um dia, num jantar no castelo de Rudão, os reis do Oeste começaram a discutir sobre quem teria o maior jardim, e Uleandro ficara perturbado ao descobrir que o seu era apenas o terceiro. Ora, se ele tinha o maior reino, obviamente deveria ter também o maior jardim. “Que disparate!” Foi assim que o Rei teve a idéia de construir um dique na nascente do rio, e desviar seu curso para os lençóis das grutas de Belfalas. Chamou seus melhores engenheiros e fez todo esse trabalho em menos de um dia. A pequena Débora, que dormia logo ao lado, acordou sobressaltada, pois de uma hora para outra tudo havia silenciado. Então foi até a varanda e lá de cima viu o que havia acontecido. Desesperada correu para a torre e desceu os degraus aos saltos, até que chegou até o jardim e parou, no lugar onde passava o rio, e ficou petrificada. Não havia mais riacho. Só os peixes, todos mortos. Não havia mais nada. Depois disso Débora chorou por dias, sem saber porque o riacho havia ido embora. Chorou e chorou, até perceber que ele não voltaria.

– Sabe mãe, – disse a princesa – outro dia o Mestre Pião estava dando aula lá no pátio, e eu ouvi-o dizer que todos os rios vão para o mar. Se isso for mesmo verdade é para lá que quero ir. Quero encontrar com o meu riacho novamente.
..

[continua...]
Escrevinhado por Daniel Magalhães no dia Primeiro de fevereiro de 2009 às 20:58

A luz interior chamada segurança

domingo, 13 de setembro de 2009



Vou aproveitar que a Débs 'tirou as teias' do blog, pra postar mais alguma coisinha x). Fiz já faz algum tempo, quando saiu uma reportagem sobre um russo que achou uma árvore no pulmão.

Hoje ao chegar à escola, deparei-me com minhas amigas conversando sobre uma notícia que viram no jornal. A notícia informava que um russo retirou de seu pulmão esquerdo o início de uma árvore. Uma muda de mais ou menos 5 centímetros que se desenvolvia em seu interior. Cientistas e estudiosos afirmaram que uma hipótese coerente para este fato é de o pólen ter entrado pelo nariz do russo, e o mais instigante, ter encontrado condições favoráveis para seu desenvolvimento.
Diante desse fato, me coloquei a pensar sobre que condições a planta teria para brotar em tal lugar. Para crescer, esta necessita de água, gás carbônico, nutrientes para ser forte, e principalmente, luz. O mais interessante, luz. Mas se precisa de luz, então é inviável ela nascer em um pulmão. Um lugar tão escuro.
Será mesmo inviável? Já que ao ar livre existem outros seres vivos que a destroem. Matam impiedosamente. Chegou ao ponto de uma planta se confinar em um pulmão para tentar se desenvolver, visto que na terra ela nasce, cresce e é cortada para virar um móvel...
Escuro sim. Mas pelo visto o pulmão é mais seguro.

Prazer sem PREconceitos

segunda-feira, 20 de julho de 2009



Saudações gatos e gatas! Depois de tanto tempo no escuro, resolvi limpar as teias de aranhas e finalmente dar fim ao pó que andou "administrando" o VQP enquanto estávamos ausentes.
E para revolucionar e principalmente matar a gigantesca saudade que eu estava de vocês, resolvi trazer um tema super badalado, mas ainda não abordado em nosso blog: SEXO. (Será que eu vi alguns olhinhos brilharem?)
Sei que Preconceito lembra homossexualidade e afins, mas hoje não é sobre isso que falaremos... Não acham que sou tão previsível, né?

Na verdade, hoje acordei com vontade de inovar, crescer, aprender! Então me ocorreu a idéia de discorrer sobre um assunto um pouquinho mais inusitado e que causa tanta curiosidade, polêmica e preconceito quanto os acima citados: as diferentes formas de chegar ao nirvana através do sexo!
Sim, sim e sim! É o famoso "Tudo o que quero é prazer, baby!"

Quem nunca pensou que o apogeu de todos os êxtases era o nosso tão querido "Joguinho da Mão"?
É minha gente! Essa história de mão na mão, mão na coisa, coisa na mão e coisa na coisa foi e é sucesso universal! Desde antes de sua bisavó sonhar em nascer, esse joguinho já fazia muitos olhinhos brilharem, corações palpitarem, papai ver elefantes voadores e mamãe caminhar sobre nuvens.
Imaginem então como foi após a descoberta de uma nova função para nosso tão amado órgão muscular e móvel responsável pela degustação, deglutição e fala (a língua, caso não tenham entendido)! Meus amigos! Depois disso, escalar pelas paredes era pouco e o universo era o limite!

E assim concluímos que basta isso para tornar qualquer experiência sexual a mais perfeita de todas, não é?

Você que pensa!

Existem milhares de formas de se chegar ao ápice do prazer no sexo, umas extremamente esquisitas, nojentas e até mesmo ilegais, e outras completamente curiosas e algumas vezes muito tentadoras.

Nesta postagem pretendo abordar as características e curiosidades das técnicas consideradas não ilegais (nada de necrofilia, zoofilia, pedofilia e aliados nesse artigo), a fim de quebrar alguns tabus e eliminar aquele PREconceito que você sabe que o vizinho do primo do dentista do sobrinho da veterinária do cachorro do tio do seu professor tem.

Antes de julgar, conheça.

Antes de qualquer coisa, deixemos claro que estarei abordando práticas classificadas no termo 'Parafilia', ou seja, é um padrão de comportamento sexual onde o mais importante não é a penetração, mas alguma outra atividade.

Comecemos então por uma prática sexual bastante conhecida: a Espanhola.
* Essa prática consiste em alojar o penis entre os seios da mulher, e estimulá-lo com movimentos próprios de masturbação (ascendentes e descendentes).
Quando o homem ejacula, o semem pode cair no rosto, pescoço, boca e seios da mulher, explicando o outro nome conhecido desta prática; "colar de pérolas".
Para tornar a Espanhola ainda mais atraente, junte sexo oral à prática! (Completamente aprovado por garotos!)
Experimente (;

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Um outro meio de se chegar ao prazer para algumas pessoas é o Voyeurismo
* Essa prática ou fetiche, consiste em atingir o extase observando outras pessoas. Ééé! Lembra quando tu ficava vendo filmes de madrugada e A-DO-RA-VA??? Isso mesmo!
Mas, além de ver filmes ou revistas adultas, a característica chave do Voyeurismo é o fato de não interagir com o objeto (o que estiver observando), e também que este não saiba que está sendo observado.
Sabe quando tu olhava aquela vizinha gata trocando de roupa pela janela do quarto dela? É meu amigo, tu conhece muito bem essa prática, não é? AUHAUHAHU
Fiz algumas pesquisas, e cheguei a conclusão que está prática é mais comum entre homens, por que será, né?

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Pois é gente! Acreditem ou não, muitas pessoas se excitam com PELOS e CABELOS! São os chamados "Tricófilos".
* Podem ficar felizes clones do Tony Ramos e afins, muita gente AMA um pelo. Nada de complexo de nadadores, please. Não quer se depilar? Relaxe. Tem gente que gosta, e tem gente que não liga. O problema mesmo, são os tricofóbicos, é meu bem... Esses tu não agrada de jeito nenhum.

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Conhecem aquela expressão "Pisar em alguém"? Pois é... tem gente que curte isso literalmente! é o chamado "Trampling".
*É um fetiche que consiste no ato de um indivíduo ser pisado. Sim, LITERALMENTE PISADO.
Os adeptos dessa técnica gostam de ter todas as partes de seu corpo pisadas (INCLUSIVE ÓRGÃOS GENITAIS!), por pés descalços ou não, porém o mais comum é o Trampling com Salto alto.

o.O Pois é... gosto é gosto... o.O

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Maieusofilia
*É um fetiche que consiste em ter excitação sexual por mulheres grávidas. Ok, mulheres grávidas ficam realmente lindas... Tem mais cor, os peitos ficam maiores e tudo mais... Realmente gera curiosidade em relação ao sexo, não é? Como será fazer sexo com uma mulher grávida? Ou como será fazer sexo enquanto se está grávida?
Curioso, não é?
Mas, a Maieusofilia não para por aí não! Consiste também na excitação sexual ao observar partos! É isso mesmo! Tem gente que gosta... fazer o que? o.O

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Então, tu gosta de pés? Pois é, também existem pessoas que tem fetiches por pés, os chamados Podólatras
* Aposto que todo mundo conhece alguém que adora 'pés', não é? Femininos, ou pequenos, ou blá blá blá, mas todos nós conhecemos alguém que gosta.
Pois é, mas a podolatria não para por aí. Existem podólatras que sentem prazer tocando, outros gostam de ser mastubados por pés, alguns amam pés pequenos, outros pés maiores... Muitos tem paixão por pés bem cuidados e cheirosos, muitos por pés delicados. Até aqui, tudo normal, não é?
Pois bem, existem também podólatras que são fascinados por pés com micoses, frieiras, chulé, pés sujos de terra, com unhas encravadas e sujas...
Os podólatras sentem prazer ao beijar, lamber, cheirar, massagear e se masturbar com os pés de outras pessoas, mas raramente também sentem excitação ao terem seus pés tocados.

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Homens e mulheres tem sua atenção chamada por um belo 'bumbum', não é? Pois então, quem sente muita excitação sexual por esta parte tão bela do corpo humano são os chamados 'Pigófilos'.
* Como já expliquei acima, pigófilos são aqueles que sentem forte atração por nádegas, podendo está atração ser dobrada de acordo com a roupa que a pessoa veste, ou mesmo por seus movimentos.
Pigófilos sentem excitação tocando, apertando, mordendo ou apenas observando bumbuns alheios.

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Uma parafilia interessante é a Partenofilia, excitação sexual por pessoas virgens.
* Partenófilos geralmente não chegam a concluir a prática sexual (penetração), mas apenas 'brincar'. É uma prática geralmente feita apenas de preliminares, podendo haver masturbação mútua ou não.
Mulheres virgens que tem experiências com partenófilos muitas vezes alcançam orgasmos múltipos mais facil e rapidamente que mulheres que praticam sexo com penetração. Isso se deve aos seus corpos sensíveis aos novos toques, e às preliminares delicadas e completamente voltadas ao seu prazer, que normalmente os partenófilos lhes proporcionam.

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Há também uma parafilia bastante comum, mas com um nome pouco conhecido: Odaxelagnia.
* Os odaxelágnicos são aquelas pessoas que simplesmente amam morder e serem mordidas. Você gosta de uma mordidinha durante o beijo? não consegue chegar perto de alguém sem querer morder? Acha que se não houver mordidas o sexo não tem graça? Pois é meu amigo... Bem vindo ao mundo da Odaxelagnia!

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Certa vez estava eu numa roda de garotos jogando conversa fora. Em certo momento, um dos garotos perguntou se já tínhamos comigo esfiha com catchup. Eu, no ápice de minha ingenuidade, respondi prontamente que sim, sem dar importância à cara de safado do rapaz que havia feito a pergunta. Obviamente, todos caíram na gargalhada, e em meio a uma ou outra piadinha de 'morena kinder-ovo' eles explicaram o que a expressão significava. PQP! Que coisa mais nojenta! Como eles conseguem fazer essas analogias??? o.O
Que seja, é sobre isso que vamos falar agora: Menofilia
* A menofilia é a excitação sexual por mulheres menstruadas.
Nojento e meio difício de acreditar, não é? Pois então, PRECISEI pesquisar a respeito, e descobri que essa excitação faz mais sentido do que parece.
Quando as mulheres estão menstruadas, passam a produzir mais estrogênio, isso faz com que o desejo sexual aumente, aumenta a lubrificação, e nos deixa... 'doidinhas', digamos assim.
Garotos, o que acham disso?

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Outra forma de excitação sexual MUITO comum, mas com o nome pouco conhecido é o Frotteurismo.
* Frotteurismo consiste na excitação sexual quando seus orgãos sexuais tocam no corpo de uma pessoa completamente vestida.
Isso lembra algo? Ônibus lotado? Alguém atrás de ti?
É, isso mesmo. São as chamadas 'encoxadas' ou 'sarradas' (no nordesde do Brasil).
Normalmente isso acontece entre adolescentes e adultos jovens, por estarem mais estimulados por hormonios sexuais, mas sempre tem aquele velho nojento que fica todo feliz encostando em ti, né? ¬¬


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Alguém já te pediu pra dançar algo sensual? Pois é, provavelmente esse alguém era Coreófilo
* A Coreofilia consiste na excitação através da dança.
Os coreófilos podem se excitar dançando com o parceiro, apenas o observando dançar, ou envolvendo dança ao sexo.
Qualquer tipo de dança podem ser atrativa para os coreófilos.

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Falemos um pouco agora sobre BDSM.
* Bondage e Disciplina (BD)
* Dominação e Submissão (DS)
* Sadismo e Masoquismo (SM)

* Essa prática tem o intúito de chegar ao prazer sexual através do uso e abuso de poder, podendo ou não envolver torturas, dor, submissão, ou coisas do tipo.
BDSM é muito criticada por parecer desumana, mas os praticantes dessa técnica prezam muito o Sexo São e Seguro, e não ultrapassam os limites dos envolvidos.
Para cessar o ato geralmente é usada uma safeword (palavra de segurança), combinada no início da prática.

Podem ser usados acessórios para essa prática, como: algemas, cordas, camisa de força, coleiras, mordaças, vendas, correntes e cadeados, chicotes, salto alto e o que sua imaginação lhe permitir pensar.

-


Se tem uma prática que eu tenho muita vontade de oferecer uma postagem inteira, é para o Sexo Tântrico.
* Sexo Tântrico é uma prática que consiste em prolongar a duração do sexo com o intúito de buscar o 'hiperorgasmo'. Os adeptos dessa prática seguram o orgasmo por maior tempo possível, podendo a relação sexual durar de duas a mais de 24horas ininterruptas, sendo o tempo inferior a esse considerado 'ejaculação precoce'.
No sexo tântrico, apela-se para os cinco sentidos de nosso corpo, proporcionando o auto conhecimento e o prazer extremo.
Existem diversos rituais a serem feitos durante o sexo tântrico, os quais fazem os envolvidos se sentirem como deuses.

Mais adiante publicarei uma postagem ensinando e dando dicas para um bom sexo tântrico. ;)





Então, gostaram?
Sim, existem MILHARES de parafilias e curiosidades sobre sexo que eu adoraria abordar aqui, mas deixemos pra próxima, ok?

Vale acrescentar que não é porque algo é diferente, que é errado. Nunca julguem antes de conhecer.

Sexo não é só jogo da mão, ou brincar de mamãe e papai... Sexo é um mundo cheio de coisas novas e prontas para serem descobertas, então aproveite!






Agradecimentos especiais

Meninos da Exceções, que prontamente e de bom grado responderam muitas perguntas minhas.
- Felipe Quintino
- Well skell
- Luemano
- Rodrigo Carvalho
- Nicolas Barbato

Ao novato da Exceções 'Du' e ao seu Sex Blog (vale a pena conferir! ;)

Às garotas da Exceções, TODAS, por todas as nossas conversas durante tanto e tanto tempo.

E finalmente à Wikipédia e ao Google, que tantas vezes salvaram minha vida.

Por onde começar?

sábado, 18 de abril de 2009


Então...


Tanta coisa dizer, tantos assuntos a abordar e eu continuo aqui, sem saber por onde começar!


Eu sou assim mesmo. Quando vejo a possibilidade de juntar forças, de unir idéias de agirmos coletivamente em direção a reflexões e mudanças de atitudes, me empolgo tanto, me encho tanto de idéias e vontade, que acabo travando na velha pergunta...


Por onde começar?

Mas... Após algum tempo, passo a cobrar de mim mesma uma atitude, afinal, de que adiantaria a oportunidade, se não fosse aproveitada?


Por esse motivo, resolvi aparecer aqui, a princípio, para questionar a todos, se estamos aproveitando realmente essa oportunidade... Não sejamos omissos, não podemos deixar que detalhes como o receio, a falta de tempo ou mesmo a preguiça, nos afastem dos nossos objetivos!


Você que se propôs a estar ao nosso lado, como autor ou como seguidor desse blog, vamos lá... coragem! Manifeste aquilo que pensa aqui! Podemos começar com sugestões de assuntos que queiram ver sendo explorados, indicações de quem vc gostaria que escrevesse sobre o assunto, enfim... Não sei como vc se sente mais a vontade para manifestar-se, mas o importante é que não deixe de fazê-lo, afinal, melhor errar, do que não tentar e viver em dúvida se seria capaz ou não de acertar! Além do que, mesmo um erro, pode ser útil para o crescimento de alguém, talvez de si próprio. A única coisa que certamente não contribuirá com ninguém, em situação nenhuma, é a omissão, é o permitir-se estar alheio as coisas que nos cercam. Acho que tomei minha atitude em tempo e que ainda há tempo de vc tomar a sua...

Desde sempre.

sexta-feira, 17 de abril de 2009


Muitas vezes promessas de segurança se definham
E por mais que promessas de amizade eterna se firmem, tem horas que não há mais o que fazer.
Tem coisas que acontecem, que nos afastam uns dos outros.
Simples assim, o tempo e as situações te levam das pessoas.
Destinos e planos que pareciam sempre tão unidos com os teus se dispersam como se nunca tivessem se encontrado...
Porém, falar disso não ameniza a dor, não apaga da memória as brigas, as risadas, os gritos em meio à sala de aula, o tapa na orelha fora de hora, a guerra de travesseiros, enfim.
Não afasta as saudades, muito menos te deixa livre da falta que um faz pro outro.
Era tudo ali, lado a lado, sempre junto.
Hoje eu olho pra tudo isso como se fosse uma caixa muito bem lacrada perdida no espaço, a qual vai sumindo cada vez mais, à medida que nossos horizontes vão se afastando.
É algo inerente à mim, mas talvez seja necessário.

Não é o fim do mundo, mas uma mudança forçada e completamente estranha.

E você, já teve um amigo de infância que se perdeu nos seus horizontes?

That's all folks ;*

Troco

terça-feira, 14 de abril de 2009

(texto antigão, espero que gostem)


Antes que me peça desculpa ou venha me culpar, deixe-me dizer: todas aquelas bobagens que você disse ontem não estão mais aqui. Acho que meu cérebro as apagou pelo meu próprio bem. Mas isso não importa agora. Entre outras coisas, o motivo principal por eu ter te ligado é que preciso exorcizar nossos últimos demônios. Quero queimar coisas minhas que ficaram com você, em você; Destruir qualquer resquício desse longo inverno que passei ao seu lado. O que tenho a dizer, meu bem, é que você está fora.

Você se tornou um maldito vírus, inoculado no meu sangue, rastreando e destruindo o que ainda havia vivo dentro de mim. Mas eu descobri a cura. Ontem ele partiu das minhas veias tão rápido quanto o efeito que você me causa. Não sei se posso te chamar de descartável, pois te usei tão repetidas vezes que, sinceramente, acho que isso seria um tanto quanto indelicado. Você não é (e nunca foi) algo que se possa jogar fora a hora que quiser. Longe disso. Tenho de confessar que já cheguei ao cúmulo de tentar acreditar que você dependia de mim, que eu te protegia, e que o usuário não era eu. Mas hoje eu sei que nunca estive tão enganado. E precisei de pouco para entender isso.

Eu abusei do seu corpo, testei seus sentidos. Fiz de você a mais suja coisa que amei. E, agora que o amor se foi e só restou a podridão, me sinto leve e meu ódio parece estar me deixando pela primeira vez em anos. Posso até sentir o passado vazando pelos meus poros. Sabe Alessandro, só hoje descobri que não preciso me drogar para me sentir completo. Só hoje percebo que eu fugia da realidade por que não havia alguém para me segurar. Só havia você, que me espreitava, como um coveiro que espreita uma nova sepultura. Você me olhava com aqueles olhos cheios de vida, brilhantes como um sol de primavera, mas no fundo até você sabia que aquele brilho provinha das almas que você furtara de outros corpos carentes. Além de vírus, parasita.

Tive que disfarçar meus medos e meus anseios para tentar te parecer mais forte e isso acabou me tornando mais covarde do que eu realmente era de costume. E tudo isso é culpa sua. Você dizia que era para o meu bem, que eu iria melhorar e que um dia eu seria percebido. Idiota. Agora percebo que tudo não passava de encenação. Ou melhor: de necessidade de auto-afirmação. Quem sempre foi o fraco foi você, seu estúpido. Você nunca compreendeu o que eu tinha para dizer, por que seus ouvidos só eram capazes de ouvir sua própria voz. Você nunca soube quem eu realmente era. Bastava saber que eu cederia e tudo estava resolvido. Ninguém perguntava se estava bom assim, ou de outro jeito, porque só existia o seu jeito.

Está lembrando agora, querido?

Você nunca admitiu que eu tivesse uma boa idéia, ou uma opinião válida. Deus, como eu odiava quando você me jogava aquele olhar nojento de desdém. Era como se eu fosse escravo da sua intelectualidade e toda palavra que saísse da minha boca necessitasse de sua aprovação. E como eu me sentia pequeno... Como você pôde achar que podia fazer isso a alguém e depois sair ileso? Será que sua auto-estima elevada te cegava ao ponto de fazer você pensar que fosse blindado? O que te fez pensar que estava livre de vinganças?

Acho bom você começar a cogitá-las.

Agora que estou livre, e que você está ficando sozinho, espero que ainda haja tempo para redenção. Vou fazer a minha parte, tentando me tornar o homem que sempre quis ser: mais sonhador, prático e corajoso. E, quanto a você, se achar algum coitado que seja capaz de suportar o seu sarcasmo por tanto tempo, espero que faça bom proveito da sua própria destruição. Pode parecer que agora não há perigo, mas em breve haverá. Em breve você terá de medir suas palavras e calcular seus gestos. Andará constantemente em um campo minado, sem saber o que te reserva o próximo passo. Nada dura para sempre, e você será a prova viva disso. Alguma coisa chegará e te botará abaixo. Seja uma perda, uma humilhação, ou até mesmo a gravidade, algo te fará perceber que você não é perfeito. Pessoas perfeitas sempre são mais suscetíveis a quedas.

Agora vou embora, e não espere ouvir notícias minhas. Vou voltar para o início de tudo, quando eu ainda era sensível a estímulos; Vou reviver sentimentos perdidos, e que agora, mais do que nunca, planejo resgatar. Começarei mostrando que não sou burro, e que um ano inteiro de arquivos armazenados me fizeram saber direitinho quais são seus pontos fracos. Eu esperei... esperei pacientemente, e, como você verá, não perdi em nada por isso.

O seu maior erro foi pensar que eu nunca me rebelaria; que continuaria sendo o seu pet, seu escravo. Mas, olha só: você confiou tanto em si mesmo que me deu a senha do banco. “Você tem certeza, amor?”, disse eu. Talvez tenha sido naquele momento que tudo se reverteu. Por um instante pude sentir o cheiro dos meus maiores sonhos de criança; os sinos tocando num natal gelado, sem presente e sem árvore; a stratocaster preta e branca da TV; a viajem ao Brasil. Lembranças que nem mesmo eu sabia que tinha. Você acordou dentro de mim o monstro da ambição, e desde então eu preparei dias e noites um motivo para me livrar de você. Imagino a sua cara quando ouvir isso. Imagino o desespero invadindo o seu sangue, o ódio te sufocando... Te imagino humano.

Agora sucumbem todos os resquícios da tempestade de outrora. Um novo céu está surgindo, e o Sol aparece por detrás das montanhas. Não pense que estou querendo fazer metáforas. Estou falando da paisagem dos Alpes Suíços, que estão ali, do outro lado da janela do meu quarto.

Você ainda vai ouvir falar de mim, e quando esse dia chegar, provavelmente ouvirá alguns estampidos secos logo em seguida. Guardeessas palavras e não esqueça meu rosto. Bye Bye.